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Engenharia Civil

Posted: 27 às 15:05   /   by   /   comments (3)

Olá hoje iniciamos a série profissões, vamos usar vídeos do site Guia do Estudante entre outras informações, você pode sugerir profissões, use o email, deixe comentários, tire suas dúvidas.

 

Veja reportagem da Revista Techne

Faculdades de engenharia

 

A revista Téchne conversou com representantes acadêmicos de universidades das cinco regiões do País. Veja como eles avaliam a qualidade e o ensino de suas faculdades

Por Flávia Siqueira

A formação de um bom engenheiro começa na graduação. Sim, dizer isso é chover no molhado. Mas como as universidades brasileiras estão tratando o curso de Engenharia Civil? Segundo oito alunos ouvidos pela reportagem da revista Téchne, todos ligados a centros e diretórios acadêmicos, as deficiências escolares e de infraestrutura existem, em maior ou menor grau. Mesmo assim, as universidades estão conseguindo formar bons engenheiros para o mercado de trabalho.

Para os estudantes Hudson Thiago de Oliveira e Andreyve Vieira Melo, da Universidade UEG (Estadual de Goiás), o potencial e a qualidade dos alunos acabam garantindo boas colocações no mercado de trabalho, apesar de certas deficiências da faculdade. Anna Luíza Nobre Bezerra, aluna de Engenharia Civil na UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), tem a mesma opinião: "No que depender do conjunto universidade mais esforço do aluno, os estudantes certamente estarão bem preparados para exercer sua profissão em qualquer empresa de pequeno ou grande porte".

Uma das deficiências mais apontadas pelos alunos ouvidos está na infraestrutura das universidades: instalações deficientes, falta de bons equipamentos e computadores em laboratórios. Algumas universidades, como a UFRN, têm passado por reformas para melhorar esse aspecto. Outro elemento que tem sido alvo de reformulações é a grade curricular: UEG, Unesp-Bauru e UFPA (Universidade Federal do Pará) tiveram seu conjunto de disciplinas renovado recentemente.

Ingresso
Fábio Lamoréa, da Unesp-Bauru, Cristiano Comin e Aguinaldo da Silva Jr, da UFPA, criticam o vestibular como forma de seleção para o curso de graduação. "Quanto à instituição responsável pela realização e organização do vestibular da Unesp (Vunesp), a qualidade é indiscutível. Entretanto, essa forma de seleção é falha, não apenas nessa universidade, mas em todas que seguem o modelo", opina Lamoréa. Para os alunos da UFPA, o vestibular é "simplesmente incoerente e incapaz de avaliar tanto o aprendizado quanto a competência de um aluno em determinada área".

A Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) alterou, recentemente, a forma de seleção para o curso de Engenharia Civil. Hoje, o estudante pode optar, já no vestibular, pela Grande Área Civil, escolhendo no final do primeiro ano entre os cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental. "Quando eu entrei, em 2005, o vestibular selecionava para toda a Poli. No final do primeiro ano se escolhia entre uma das Grandes Áreas (civil, química, elétrica ou mecânica) e no final do segundo os alunos poderiam escolher a especialização dentro da grande área", explica o aluno Bruno Abrahão de Barros, da Poli. "Infelizmente, o método ranqueava os alunos. Como a Engenharia Civil era o curso menos concorrido na escola - por não ter muita procura e oferecer muitas vagas -, tivemos algumas "safras" de alunos desmotivados e insatisfeitos. Agora, o aluno já entra na Poli sabendo que vai fazer ou civil ou ambiental, o que nos tem rendido turmas mais motivadas."

Representação
Os centros e diretórios acadêmicos assumem, nas universidades, o papel de estimular a discussão sobre a estrutura do curso entre os alunos e repassar opiniões e ideias aos docentes responsáveis pela organização acadêmica da graduação. Muitas vezes, contudo, é necessário certo esforço: de forma geral, os alunos não são
muito predispostos a esse tipo de discussão e reflexão. Cristiano Comin e Aguinaldo Silva Jr., da UFPA, afirmam que "os alunos sempre tiveram a oportunidade de discutir os problemas do curso, mas por uma cultura comodista isso não ocorria". Atualmente, contam os estudantes, há um esforço por parte dos alunos e docentes da instituição para mudar essa postura.

Os mecanismos de representação discente (assim como a docente) fazem parte dos critérios empregados pelo Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação de Educação Superior), do MEC (Ministério da Educação), para credenciamento de novas instituições de ensino superior. Instituições que possuem esses mecanismos obtêm mais pontos nessa avaliação. "O diferencial de um curso muitas vezes se mede pela própria presença do Centro Acadêmico atuando diretamente", opina o estudante Jaderson Zuanazzi, da Unochapecó (SC).

Os estudantes Hudson Oliveira e Andreyve Melo, da UEG (Universidade Estadual de Goiás), contam que o Caec (Centro Acadêmico de Engenharia Civil) da instituição participa de reuniões com os docentes, nas quais se discutem problemas da comunidade acadêmica e projetos a serem realizados.

Na USP, explica Bruno Barros, "todos os anos é eleita uma nova representação para o Centro Acadêmico e para o grêmio - que estão sempre em contato com a direção da escola -, assim como novos representantes discentes (RDs) para departamentos, coordenação de curso, congregação etc. Os RDs participam de reuniões e têm direito a voto". Veja, a seguir, como os estudantes entrevistados avaliam suas faculdades.

 

Depoimentos

Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Como você avalia a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

Podemos citar como pontos fortes a qualidade dos profissionais e a estrutura que é disponibilizada para os alunos. Um ponto fraco é a falta de cursos paralelos ou, simplesmente, de apoio e incentivo para que os próprios alunos de graduação os desenvolvam.

E quanto à grade curricular do seu curso? Você sente falta de algum conteúdo?

A grade curricular utilizada pela UFRN é muito arcaica. Não só os alunos, mas também professores e profissionais de fora da universidade percebem a necessidade de mudança. Existem matérias de computação que não são classificadas como obrigatórias, mas que deveriam ser complementares. Por outro lado, há deficiências em áreas como segurança no trabalho, patologias e recuperação de estruturas e perícias de Engenharia Civil. Os softwares CAD, por exemplo, são dados como uma espécie de revisão, como se os alunos de engenharia já entrassem na universidade sabendo utilizar o programa. Deveriam ser dados como disciplina, pois se trata de um conteúdo específico e de grande utilidade no curso.

Como você avalia a infraestrutura da sua faculdade para o curso de Engenharia Civil?

A UFRN tem buscado melhorar esse aspecto. Então, ainda é muito cedo para analisar a estrutura. Desde que ingressei, o setor de engenharia encontra-se em reforma, e está ficando cada vez melhor. Com relação aos laboratórios, por enquanto estão suportando e dando conta da quantidade de alunos.

 

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Como você avalia a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

O curso de Engenharia Civil da UFRJ se destaca como um dos melhores cursos do País. Possui um grande aprofundamento em cada área de sua atuação. Um ponto forte seria seu centro de excelência em pesquisa, o que demonstra a busca por se aprofundar cada vez mais na Engenharia Civil. O ponto fraco seria esse aprofundamento excessivo ainda na graduação, com o objetivo de que a grade acadêmica gere pesquisadores, e não engenheiros para mercado de trabalho.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Você sente falta de algum conteúdo?

A grade curricular se divide em três partes: primeiro, o ciclo básico; do quinto ao oitavo período, temos o ciclo técnico, com matérias sobre todas as áreas de atuação da Engenharia Civil; no nono e décimo períodos, temos a Ênfase, com matérias naquela área de atuação em que você deseja seguir - seria uma especialização da Habilitação. O único problema seria essa especialização antes de se ter uma formação generalista na graduação. O que acontece é que fazemos uma pós-graduação antes mesmo de terminarmos a graduação.

Como você avalia a infraestrutura da sua faculdade para o curso de Engenharia Civil?

Houve uma grande reforma estrutural no curso, com a construção e reforma de salas, laboratórios. Neste momento, não há nenhuma pendência estrutural.

 

Unochapecó (SC)

Como vocês avaliam a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

Há uma melhora constante, notada ao longo dos anos. A grade curricular vem sendo aperfeiçoada diariamente. A qualidade do ensino às vezes peca. Alguns professores se negam a entender que não estão formando um futuro corpo docente, e a falta de matérias mais focadas em execução de obras muitas vezes desestimula o próprio acadêmico a correr atrás de um estágio nas obras da região. Nosso ponto forte são projetos, com bastante ênfase no cálculo estrutural. Desde o início somos testados para o raciocínio lógico e numérico.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Vocês sentem falta de algum conteúdo?

Nossa grade tem como base inicial matérias que estimulam incansavelmente a lógica e a matemática das propriedades estruturais. O lado ruim é que as matérias específicas de Engenharia Civil ficam para o final da graduação, o que pode desestimular alguns alunos. Uma mudança possível seria implementar, no início da graduação, matérias que possibilitassem e estimulassem a prática, em estágios, de toda a teoria aprendida. Também sentimos falta de mais conteúdos na área de execução de obras, sistemas CAD que possuam interfaces fáceis e interativas, maior proximidade com programas estruturais existentes no mercado de trabalho e implementação de sistemas preventivos de incêndio.

Como vocês avaliam a infraestrutura da sua faculdade?

Recentemente foi inaugurado um pórtico de cargas para teste de resistência de diversos materiais. Mas a falta de um grande investimento em nosso laboratório é perceptível. Com o que temos hoje conseguimos fazer análises em cima de teorias já criadas, mas uma nova invenção ficaria difícil de aparecer e ser estudada; quando esta surge, o acadêmico tem muito mais trabalho em executá-la do que se estivesse em um laboratório mais equipado. As salas de aula, por outro lado, são bons exemplos de investimento. São amplas e em breve haverá equipamento de data show em cada uma delas.

 

Universidade Federal do Pará (UFPA)

Como vocês avaliam a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

O curso como um todo pode ser avaliado positivamente. Nos últimos anos, houve um ganho considerável em qualidade devido a um avanço na área de pesquisas científicas. Dois pontos fortes são o corpo docente, formado principalmente por doutores, e os Grupos de Pesquisa, que têm grand
e produtividade e garantem ao aluno a oportunidade de ingressar na área científica. Um ponto fraco é a infraestrutura das salas de aula e dos Laboratórios de Informática, problema comum em universidades públicas.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Vocês sentem falta de algum conteúdo?

Recentemente, a grade curricular do curso foi reformulada e se adequou à exigência do MEC, que destina 10% da carga horária para atividades de Extensão. Existem deficiências em algumas disciplinas básicas, como desenho geométrico - nessa área, a grade tem uma abordagem mais prática, por programas computacionais. Há poucas disciplinas obrigatórias de cálculo diferencial, física e mecânica vetorial, mas, por outro lado, a grade oferece uma boa gama de disciplinas optativas.

Como vocês avaliam a infraestrutura da sua faculdade?

O Laboratório de Engenharia Civil da UFPA, que engloba os laboratórios de resistência dos materiais, materiais de construção, solos e didática, possui equipamentos de primeira qualidade. Por outro lado, os alunos enfrentam uma precária situação em relação aos laboratórios de informática, cujo maior problema é a falta de equipamentos.

Escola Politécnica - Universidade de São Paulo

Como você avalia a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

Muito boa. De modo geral, temos bons professores, bons alunos e boas instalações. Muitos dos professores são referências nacionais nos assuntos que ensinam. Mas nem todos têm uma boa didática. Acho que não basta saber a matéria. É preciso saber passá-la adiante. Talvez falte um empenho da escola em dar algumas "dicas" de pedagogia a eles.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Você sente falta de algum conteúdo?

Nos dois primeiros anos, temos matérias básicas a todos os cursos da Escola, como cálculo, física e álgebra linear. Depois, começamos a nos aprofundar na área que escolhemos e no último ano podemos escolher optativas dos quatro departamentos da engenharia civil (Construção Civil, Hidráulica e Sanitária, Transportes e Estruturas e Fundações) para focar melhor a carreira. Acho que aulas de ética poderiam ser adicionadas ao curso. Atualmente, a ética é explorada e encorajada por alguns professores, mas sem ser avaliada em uma prova ou algo mensurável.

Como você avalia a infraestrutura da sua faculdade para o curso de Engenharia Civil?

A estrutura é muito boa. Os laboratórios são bem equipados - graças, principalmente, aos projetos de pesquisa dos professores. Por trabalharem com pesquisa, eles conseguem comprar bons equipamentos com apoio do CNPQ e de outros órgãos de incentivo à pesquisa. O CTH (Centro Tecnológico de Hidráulica), por exemplo, onde temos nossas aulas de laboratório de hidráulica, é referência na área há muitas décadas. As salas de aula acabaram de passar por uma reforma.

Unesp-Bauru (SP)

Como você avalia a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

A qualidade é muito boa, dentre as melhores do País. Podemos citar como pontos fortes o corpo docente, as possibilidades e os incentivos às novas pesquisas, além do prestígio. Como ponto fraco, a estrutura defasada em relação a laboratórios e salas de aula, devido à falta de verba.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Você sente falta de algum conteúdo?

Basicamente, nos dois primeiros anos de Engenharia são apresentadas matérias bases que servem de ferramentas para as disciplinas apresentadas nos três anos seguintes. A grade foi atualizada recentemente (2006) e atualmente é abrangente e moderna. Uma sugestão de alteração é adicionar mais um ano de duração no curso, propiciando mais tempo para conhecimentos práticos, por meio de estágios.

Como você avalia a infraestrutura da sua faculdade para o curso de Engenharia Civil?

A estrutura para uma boa graduação é suficiente, mas poderia ser melhor. No âmbito dos prédios, equipamentos e laboratórios, embora exista uma qualidade boa, há defasagem na questão da atualização. Acredito que poderia haver maior inserção de empresas privadas de engenharia na Universidade, investindo em laboratórios e equipamentos.

Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Como vocês avaliam a qualidade de ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

Temos excelentes profissionais em nossa instituição, embora o atraso no concurso público para renovação do quadro e a oferta de melhores salários em outras instituições gerem certo desgaste. Muitos professores estão saindo da nossa universidade, o que prejudica nossa qualidade de ensino. Um ponto forte do curso são a qualidade e o empenho de alunos e professores. Temos excelentes alunos em graduação e formados, que hoje estão muito bem empregados. Em relação aos pontos fracos, vejo certa insuficiência quanto ao apoio da unidade a trabalhos e pesquisas desenvolvidas por acadêmicos.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Vocês sentem falta de algum conteúdo?

Temos uma grade semestral, com disciplinas de 60 horas a 90 horas. A grade foi re-estruturada em 2008. Seria interessante uma disciplina que tratasse de ferramentas importantes, como os softwares CAD.

Como vocês avaliam a infraestrutura da sua faculdade para o curso de Engenharia Civil?

Infelizmente, faltam equipamentos nos laboratórios, e os que temos muitas vezes não funcionam. A biblioteca é pequena e não apresenta uma boa quantidade e qualidade de livros da área.

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Como você avalia a qualidade e ensino na sua faculdade? Quais são os pontos fortes e os pontos fracos?

Os métodos de ensino e o material didático garantem uma boa qualidade no nosso curso. Um ponto forte é a presença de professores qualificados, em sua maioria doutores. Não consigo ver nenhum ponto fraco.

Como se estrutura a grade curricular do seu curso? Você sente falta de algum conteúdo?

A grade está agora em regime semestral. As disciplinas anuais foram divididas em duas. Acho que as disciplinas ministradas atendem perfeitamente à formação de bons engenheiros civis. Os alunos costumam reclamar, na verdade, de excesso de conteúdo. Como o curso tem carga horária elevada, isso dificulta a realização do curso em cinco anos, que é o prazo mínimo.

Como você avalia a infraestrutura da sua faculdade para o curso de Engenharia Civil?

A estrutura é muito boa. Quanto a isso, não podemos reclamar.

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  • 30 às 12:22 Thiago

    Olá professor Orestes,gostaria de saber como funcina a opção 1a da UFSC e se nos índices candidato/vaga constam os candidatos a opção 1a.Desde já, grato.

    Reply
  • 30 às 14:40 Prof.Orestes

    OI Thiago veja o que diz o edital:"Caso a opção 1 do candidato esteja contida em um dos grupos de cursos relacionados nos itens a eb especificados a seguir, o candidato terá direito também à opção 1-a. Nesse caso, a opção 1-a deverá serobrigatoriamente do mesmo grupo da opção 1.a) O candidato cuja opção 1 for para o curso de Arquitetura e Urbanismo, Ciências da Computação,Engenharia Civil, Engenharia da Mobilidade, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Controle eAutomação, Engenharia de Materiais, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica,Engenharia Sanitária e Ambiental, Engenharia de Energia, Engenharia de Produção Civil, Engenharia deProdução Elétrica, Engenharia de Produção Mecânica, Engenharia Química, Sistemas de Informação,Tecnologias da Informação e da Comunicação (diurno) ou Tecnologias da Informação e da Comunicação(noturno), terão direito também a opção 1-a, escolhida dentre os cursos listados neste parágrafo.b) O candidato cuja opção 1 for para o curso de Letras, habilitações: Licenciatura/Bacharelado emLíngua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Licenciatura/Bacharelado em Língua Alemã eLiteraturas de Língua Alemã, Licenciatura/Bacharelado em Língua Espanhola e Literaturas de LínguaEspanhola, Licenciatura/Bacharelado em Língua Francesa e Literaturas de Língua Francesa,Licenciatura/Bacharelado em Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa, Licenciatura/Bachareladoem Língua Italiana e Literaturas de Língua Italiana ou Bacharelado em Secretariado Executivo Inglês,terão direito também a opção 1-a, escolhida dentre as habilitações listadas neste parágrafo."Ok, então só nesses casos pode haver uma segunda opção.Espero ter ajudado.Bons estudos!

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  • 30 às 18:45 Anonymous

    olá professor! adoreis os videos, são muito esclarecedores! nunca tive muitas duvidas de que gostaria de ser uma engenheira civil, mais com essa loucura que é o vestibular, surgem as duvidas, os medos... até pelo fato de eu ser mulher em uma profissao tao dominada por homens! mais espero supera-los, estou apostando na minha capacidade!beijos

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